Diário de Omaha

Simpar em queda livre - Diário de Omaha 84

14min de leitura

Lucas Guimarães

Lucas Guimarães

Analista Chefe, Co-fundador da Varos

Simpar em queda livre

Por Thiago Duarte

Imagem divulgação Simpar

Simpar (SIMH3) foi uma das ações que mais sofreu nas nossas carteiras nas últimas semanas. E a explicação para isso é uma só: é um problema de custo de capital. Afinal, cases como o da Simpar, muito alavancados, sofrem consideravelmente mais com oscilações na expectativa futura dos juros do que cases pouco alavancados.

Mas não achamos que isso seja um problema. Até porque, apesar do stress na taxa de juros americana de longo prazo, nos últimos dias ela parece ter dado uma arrefecida. Como o último movimento da Selic foi de queda, e essa tendência deve continuar, hoje vamos te explicar como a queda da taxa pode destravar valor na Simpar. Então aperte os cintos que a viagem vai ser turbulenta.

Atualmente a Simpar acumula uma dívida bruta gigante, de R$ 39,3 bilhões

Evolução do caixa e do endividamento da Simpar

Fonte: ITR 2T23

Trata-se de uma dívida que, apesar de alta, é de longo prazo, com a maior parte vencendo entre 2026 e 2031. Além disso, até o final do 2T23, a empresa tinha R$ 7,9 bilhões em caixa. Se a gente atualizar com as captações já ocorridas no 3T e com o follow-on da Vamos (VAMO3), esse número salta para R$ 10 bilhões, o suficiente para cobrir amortizações até 2025.

Cronograma de amortização da dívida bruta

Fonte: Release 2T23

Aqui a gente precisa destacar que a flexibilidade financeira da Simpar é limitada por covenants, que são cláusulas contratuais que exigem a manutenção do índice de dívida líquida sobre Ebitda adicionado abaixo de 3,5x e índice de cobertura de juros pelo Ebitda adicionado acima de 2x apurados trimestralmente. Isso quer dizer que o Ebitda da empresa tem que ser 2x maior que o pagamento de juros da dívida no trimestre.

Felizmente, a empresa vem mantendo esses indicadores em patamares permitidos. Mas repare que o primeiro indicador vem aumentando e o segundo diminuindo.

Indicadores de alavancagem

Fonte: Release 2T23

Isso quer dizer que a proporção do Ebitda na dívida vem ficando menor, assim como a despesa com os juros dessa dívida vem tomando uma parte cada vez maior do Ebitda.

A medida que a gente prefere usar aqui é o Ebit, já que ele tira a depreciação. Repare que o Ebit do 1S23 ficou apenas R$ 113 milhões acima da despesa financeira líquida. Isso quer dizer que quase todo o lucro operacional da empresa foi usado para pagar juros da dívida. Mas será que isso é um problema?

Tecnicamente, enquanto a empresa conseguir pagar os juros com o seu lucro operacional está tudo bem. Ainda mais uma empresa com ativos com alta liquidez como a Simpar (vender carros e caminhões é mais fácil que fornos industriais, por exemplo). Então não. Não é um problema. E esse "não problema" fica ainda menor quando a gente considera a queda da Selic e sua atual tendência.

Na última reunião do Copom a Taxa Selic caiu para 12,75% e o comunicado foi de que a redução deve continuar no mesmo ritmo. Isso quer dizer que a despesa financeira líquida da Simpar pode ter atingido um pico no último trimestre. A lógica segue abaixo.

Boa parte da dívida da empresa está indexada ao CDI + spread. Como a Taxa Selic anda lado a lado com o CDI, quando a Taxa Selic cai, o CDI também cai. Se o CDI cair, a despesa financeira da Simpar cai. Logo, Taxa Selic menor significa menos despesas com os juros da dívida. Por sua vez, uma menor parte do lucro operacional vai ser usada para pagar os juros. Se sobra mais lucro operacional, a tendência é que haja mais lucro operacional.

Em resumo, a cada 1 p.p. de redução na Selic, R$ 310 milhões ao ano serão economizados com pagamento de juros.

Lucro Líquido vs Selic

Fonte: Apresentação 2T23

Ou seja, caso aconteça uma queda de 3 p.p. na Selic, isso vai fazer o grupo economizar quase R$ 1 bilhão ao ano. Somado a isso, dentro do grupo existem ativos ainda em implementação, cujos resultados devem aparecer no 3T e no 4T23. É só pensar que quando o grupo compra um caminhão ou máquina para alugar, ou pega um novo contrato de transporte, ele gasta antes desse ativo ou novo contrato começar a gerar dinheiro.

Por isso, assim que o ativo ou novo contrato começa a gerar grana, o Ebitda da empresa sobe e a alavancagem financeira cai. Justamente porque mexe nas fórmulas que vimos ali em cima, de dívida líquida/Ebitda e Ebitda/Juros. A consequência é que a combinação desses dois movimentos, de queda na despesa com juros e aumento de Ebitda, vai impactar muito positivamente nos resultados do grupo.

O que a gente espera é que, com mais lucro e menos alavancagem nos trimestres seguintes, haja uma percepção mais apurada do mercado com relação ao valor do grupo como um todo. Mas sabe o que é melhor nesse case?

É que a taxa de juros nem precisa cair para termos upside. Mesmo que elas continuem nos patamares atuais, a Simpar nos parece uma boa empresa, com crescimento acelerado e bem posicionada, mesmo se a Selic permanecer em 12,75%.

Esse é mais um dos textos que saiu no relatório da nossa carteira Seleção. Essa carteira é ideal para o investidor que quer um mix de ativos seguros com algumas pimentinhas como a Simpar. Se tiver gostado, experimente assinar para conferir o conteúdo dos nossos relatórios e do VBOX.

O futuro é elétrico

Por Thiago Duarte

Imagem de um carro elétrico

Os metais marcam a história da humanidade desde a Idade do Bronze, que começou por volta de 3 mil anos antes de Cristo. O primeiro a fazer sua presença indispensável foi o cobre, já que existem registros do uso desse metal desde 5 mil anos a.C.

Fato é que muitos historiadores consideram a Idade do Cobre como parte da Idade do Bronze, afinal o bronze nada mais é que uma liga de cobre e estanho. A vantagem da liga resultante da combinação dos dois materiais é a resistência e dureza — muito maiores que a do cobre puro.

Certamente seu uso foi crucial para o desenvolvimento de ferramentas e técnicas de caça, agricultura e guerra, atividades que acompanham a humanidade até os dias atuais.

A fundição do ferro, mais abundante, só veio séculos mais tarde. Atualmente, a liga formada por ferro e carbono, mais conhecida como aço, domina a indústria contemporânea. No entanto, é um metal mais antigo que anda ganhando os holofotes novamente: o cobre.

Acontece que o cobre tem um papel importante na transição energética de fontes poluidoras para fontes "limpas" ou pelo menos com baixa emissão de gás carbônico. Talvez seja o papel mais importante na transição, já que ele faz parte da fabricação de fiação elétrica, circuitos de turbinas eólicas e carros elétricos.

Um carro elétrico usa 4x mais cobre que um carro à combustão. E a gente nem está falando das baterias ainda. De fato, o cobre não está sozinho nesta nova onda. Ele vem acompanhado do níquel, do lítio, do cobalto. Esses sim relacionados com as baterias dos veículos elétricos, mas não só deles. Celulares, iluminações portáteis, câmeras e uma infinidade de objetos eletrônicos — tão presentes na sociedade moderna — também demandam esses metais.

Tipos de veículos elétricos

Por força da COP 26, organizada pelas Nações Unidas, 120 países assumiram um compromisso: Net-zero emissions by 2050. Isso quer dizer que até 2050 os países compromissados têm que remover da atmosfera o mesmo tanto de emissões de carbono que liberam na atmosfera. E adivinhe só?

Para cumprir as metas em tão pouco tempo será necessário uma quantidade enorme dos metais acima, já que por enquanto os pilares da eletrificação são energia eólica, solar e baterias. Por isso, o esperado é que até 2030 os veículos elétricos representem pouco mais da metade das vendas globais de veículos leves. Um veículo elétrico típico carrega perto de 205 kg de metais, 6x mais que um veículo à combustão.

Proporção de quantidade de veículos

Fonte: EPBR

Da mesma forma, o esperado é que a geração eólica e solar passe dos atuais 1.500 GW para mais de 20.000 GW de capacidade instalada até 2050. Cada MW dessas usinas demanda até 10x mais metais do que uma usina de gás natural.

proporção de usinas geradoras de energia

Fonte: EPBR

Ou seja, o lado da demanda parece bastante promissor. Mas como anda a oferta?

Quando se trata do cobre, a Refinitiv acredita que vá faltar oferta suficiente. Estima-se que podem faltar alguns milhões de toneladas até meados da próxima década. Até o momento, os patamares de preço da tonelada não estão compensando os custos de abertura de novas minas. Isso só deve acontecer após o preço passar dos US$ 8.500 a tonelada.

O problema é que uma mina de cobre leva 10 anos para ser colocada em operação plena, razão pela qual seria necessário iniciar novos projetos agora. Mas eles não estão acontecendo. A boa notícia é que empresas com projetos já em operação, como a Vale, podem se beneficiar desse gap entre oferta e demanda.

O guidance da empresa é produzir 900 mil toneladas a partir de 2029. Isso quer dizer que se as previsões se concretizarem e a transição energética for alcançada pelos países da COP 26, a Vale de 2029 vai estar em um ótimo momento de produção do metal.

Se os preços acompanharem e chegarem próximos a US$ 10.000 a tonelada, estamos falando de um incremento de Receita de US$ 9 bilhões. Isso representa por volta de ¼ da Receita atual da empresa. E olha que é só da produção de cobre.

O níquel também é promissor. Mas não é provável que exista baixa oferta no futuro. No entanto, o níquel é um metal bem caro, só no 2T23 a Vale vendeu a tonelada por US$ 23 mil. Como o guidance de 2029 é de produzir 300 mil toneladas, se o preço se mantiver estável, estaremos falando de um possível incremento de US$ 6,9 bilhões na Receita.

Dito tudo isso, não parece que os árabes pagaram US$ 3,5 bilhões em 13% da operação de Metais Básicos da companhia à toa.

Esse texto saiu no nosso relatório de Vale (VALE3), na seção de gatilhos. Se você gostou dele, vai gostar ainda mais do relatório completo que está no VBOX. Para ter acesso, basta assinar uma das nossas carteiras recomendadas. Já adianto, a Vale faz parte da carteira de dividendos.

Risco, a outra metade da moeda

Por Lucas Guimarães

Se você ainda não sabe, nossa carteira recomendada de FIIs está voando. No acumulado do ano, desde o seu início, estamos batendo em muito o IFIX.

Gráfico desempenho carteira VAROS

Mas existe uma maneira certa de calcular se esse retorno é um bom retorno ajustado ao risco. Afinal, pode ser que nós estejamos assumindo um risco muito grande em busca de uma rentabilidade maior. Para respondermos isso, a gente tem que entender um pouquinho sobre risco e calcular o Alfa da carteira gerado até então.

A verdade é que o risco por si só não é um problema. Há pessoas apaixonadas em tomar risco e assim se tornaram extremamente bem sucedidas. A questão toda é se a recompensa faz jus ao risco corrido. Quanto maior o risco, maior deve ser o retorno exigido. O grande problema é analisar o retorno sem olhar o risco.

Essa análise incompleta fez com que, por décadas, profissionais do mercado tenham entrado numa corrida desmedida atrás de risco, apenas para obterem retornos maiores. Afinal, tanto fazia o risco corrido, uma vez que o investidor só olhava o retorno obtido. Foi para barrar essa corrida desleal que alguns acadêmicos criaram ferramentas para medir o risco e checar se ele está de acordo com o retorno obtido.

Foi então que três acadêmicos — William Sharpe, John Lintner e Fischer Black — saíram em busca de respostas. A principal delas era descobrir qual parte do risco poderia ser eliminada pela diversificação. O resultado da busca rendeu, além do modelo de precificação de ativos mais famoso, utilizado até hoje, um prêmio Nobel para William Sharpe.

O modelo desenvolvido é popularmente conhecido por CAPM, uma abreviação de Capital Asset Pricing Model. A lógica por trás dele é que se a diversificação elimina parte do risco, então não deve existir nenhum prêmio por correr esse risco diversificável, já que a obrigação de um investidor racional seria eliminar todo o risco possível. O único risco recompensável seria o risco não diversificável. Então, para aumentar o retorno, um investidor deveria necessariamente aumentar o risco não diversificável de sua carteira.

O risco não diversificável acabou ficando conhecido como risco sistemático ou risco de mercado. Matematicamente, ele passou a ser representado por uma letra grega, o Beta (𝛃). Sem precisar entrar na parte matemática da coisa, o Beta pode ser entendido como a reação de um ativo ou de um portfólio às oscilações do mercado em geral. Basicamente, ele é a descrição numérica do risco sistemático.

Por exemplo, o Beta do IFIX é sempre igual a 1. Um FII ou um portfólio de FIIs com Beta igual a 2 significa que, em média, esse FII ou portfólio oscila o dobro do IFIX. Lembre-se que o risco é medido pela oscilação dos retornos. Nesse caso, se o IFIX subir ou cair 10% o FII ou portfólio tende a subir ou cair 20%, sempre na mesma direção do IFIX. Por isso, quanto maior o Beta, maior o risco.

A relação chave entre o risco sistemático e o retorno é mostrada no gráfico abaixo. À medida que o risco sistemático (Beta) aumenta, também aumenta o retorno que um investidor deveria esperar desse ativo ou portfólio.

A relação chave entre o risco sistemático e o retorno

Então, no caso do fundo XYZ o correto seria, através do Beta do fundo, determinar qual o nível de retorno exigido. Se o retorno histórico tivesse sido acima do nível de retorno exigido, aí sim poderíamos chegar à conclusão de que a performance do fundo justificou o risco corrido. Porém, o que acontece na maioria dos casos dos portfólios que batem o mercado, é que estes possuem Beta bastante superior a 1 e o retorno apresentado, embora maior que o retorno do mercado, não justifica o risco corrido.

Por exemplo, como vocês verão na segunda parte deste relatório, desde a criação da carteira VAROS de FIIs, ela bateu o mercado com sobras, apresentando um retorno acumulado de 23,10% contra um retorno de 16,02%. Mas será que temos mérito nisso? Ou será que simplesmente montamos um portfólio com um Beta alto para ludibriar nossos assinantes?

Bom, só tem um jeito de descobrirmos: colocando nossos resultados no modelo CAPM.

Durante todo o período, a nossa Carteira apresentou um Beta de 0,81, significativamente inferior ao Beta de mercado (Beta = 1). Pelo modelo CAPM, esse Beta deveria resultar em um retorno de 14,30%. Porém, na prática, a nossa Carteira teve retorno de 23,10%, cerca de 8,8 pontos percentuais acima do esperado pelo modelo.

Relação retorno esperado vs Beta

Em casos como esse, podemos dizer que não só batemos o mercado, como também tivemos um retorno ajustado ao risco acima do esperado. Esse excesso de retorno é chamado de alfa. No caso da Carteira VAROS, o alfa apresentado no período foi de 8,8%. Indiscutivelmente, até então, nossas escolhas de investimentos agregaram valor aos assinantes.

Por outro lado, nos casos em que o retorno apresentado for inferior ao retorno esperado é possível dizer que o retorno ajustado ao risco não justificou o investimento, ou seja, as escolhas não agregaram valor ao investidor.

Há ainda uma outra forma de medir o retorno ajustado pelo risco, o famoso índice Sharpe, criado por William Sharpe. Para calculá-lo, basta fazer a subtração entre o retorno do investimento e a taxa livre de risco, e dividi-la pela volatilidade dos retornos históricos. Quanto maior o resultado, maior o retorno ajustado pelo risco.

Equação índice sharpe

O índice Sharpe da Carteira VAROS de FIIs é de 3,5. Já o IFIX apresenta índice Sharpe no período de 2,7. Não importa muito por qual ótica olhamos de fato, a Carteira VAROS apresentou um retorno ajustado pelo risco muito superior ao mercado. Entretanto, o mais importante nisso tudo é nunca se esquecer de checar o retorno ajustado pelo risco antes de realizar um investimento. Dessa forma, você vai evitar cair em armadilhas de profissionais que buscam a qualquer custo ter retorno acima do mercado, sem se importarem com o risco.

Gostou? São textos assim que você vai ter nos nossos relatórios sobre FIIs, caso vire um de nossos assinantes. Nada de ficar analisando só múltiplos e escrevendo relatórios que são uma cópia dos relatórios gerenciais do fundo. Se você tiver gostado, experimente assinar nossa carteira de FIIs clicando aqui.

😎Fala Dudu!

Sua carta sátira semanal do gestor do primeiro hedge fund de Niterói

Por @dudufromniteroi

Bom dia, meu sobrinhos.

Ao som de "A lua me traiu", passei o fim de semana numa mega friaca aqui em Niterói e sem ver o tal do eclipse. Ou seja, já vim para o escritório com um pé de coelho para evitar o azar, que deu 3 sinais FORTÍSSIMOS na semana passada.

Bora pras notícias de ontem?

PRIMEIRO SINAL DE AZAR - Em tempos sombrios, nós temos um poço de equilíbrio e sensatez no nosso país: o Partido da Causa Operária, o PCO.

Pior que eu nem tô gastando e eles realmente trazem argumentos sensatos nos mais diversos temas nacionais. Porém, o pior aconteceu: eles declararam apoio ao Hamas. Aí complica, né campeão.

Agora informamos a todos que o Nikiti Asset Management voltou a ser apartidário. Quem achar ruim que o fundo é isentão, só comprar minha parte hihi.

SEGUNDO SINAL DE AZAR - O Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) se reuniu em Mumbai e votou a favor da inclusão dos seguintes esportes nas Olimpíadas de Los Angeles em 2028: críquete, flag football, squash, beisebol/softball e lacrosse.

Onde que diabos alguém joga lacrosse neste mundo, meu pai amado??? O que raios é flag football? O céu nublado do eclipse trouxe este mau presságio de ter mais esportes de americanos nas Olimpíadas.

O motivo é simples: eles ficaram em choque em Tóquio. O Brasil simplesmente tirou onda no surfe e botou criança no skate pra ver se teriam chances e mesmo assim foram de ralo. Porém, o regime imperialista não irá nos impedir,  e aproveito pra anunciar TAMBÉM um patrocínio pra montar o primeiro time de lacrosse de Niterói (pobres não serão permitidos, pois é esporte de rico👍).

TERCEIRO SINAL DE AZAR - O FMI atualizou suas estimativas e verificou que, em 2023, o Brasil deve virar a 9ª maior economia do mundo. Pela previsão atual, o PIB do Brasa vai aumentar US$ 2,127 trilhões este ano, US$ 9 bilhões a mais que o Canadá (10º). Em oitavo lugar fica a Itália, com US$ 2,186 trilhões. Se a gente se esforçar um pouquinho e abrir mais bancos e montadoras, a gente passa os italianos.

Porém, essa notícia é nosso último sinal de azar. Primeiro é que se o Brasil tá no top 10, ou o mundo tá muito ruim - ou a gente tá queimando muito dinheiro pra crescer. Segundo, a última vez que o PIB brasileiro ficou nessa posição foi em 2019, antes da pandemia. Sinais! Os sinais estão em toda parte!

🍷 Sommelier

Consumimos de tudo. Trazemos o que importa

📺 Vídeos

Por Thiago Duarte

O que seria de nós, seres humanos, se não fossem os livros? Nada, certo?!

Por milhares de anos a escrita teve papel fundamental na transferência de conhecimento. E esse papel continua sendo exercido hoje em dia pelos livros. É claro que outras mídias estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano, como vídeos do Youtube, por exemplo. E é por isso que eu fiz um vídeo sobre livros.

Neste vídeo eu separo 10 livros imprescindíveis, que todo investidor deve ler. Confere lá e me fala nos comentários se você vai querer uma parte 2!

Como se não bastasse, a China ainda está tomando os holofotes dos noticiários mundo afora. O problema é que o investidor acaba ficando perdido no mar de informações, principalmente as sensacionalistas que costumam bradar sobre um suposto colapso econômico mundial aos quatro ventos.

Por causa disso, nosso co-fundador, Lucas Guimarães, fez um verdadeiro documentário sobre a China. Ele resgata parte da história do país e do seu modelo de desenvolvimento, para ao final te mostrar que o cenário chinês pode ser bem diferente do que andam pintando por aí. É simplesmente obrigatório ver!

⏳ Atemporalidades

Leia agora, leve pra vida.

Tenho um otimismo realista, porque a condição humana é falha. Todos nós somos atores nesse palco que é o mundo” - Fernanda Montenegro, a rainha do teatro brasileiro, que completa 94 anos nesta semana.

“Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal” - Oscar Wilde

“Falar é ter demasiada consideração pelos outros. Pela boca morrem o peixe e Oscar Wilde” - Fernando Pessoa

Por hoje é só pessoal 🤙

Bebam café, se hidratem e busquem sempre conteúdo de qualidade.

Boa semana e bons negócios!

Tem alguma dúvida, crítica ou sugestão pro Diário? É só responder esse e-mail ou mandar uma mensagem no Twitter pros nossos editores @guilhermevcz@thiagomd_1 e @gabeboente.

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